quinta-feira, 16 de março de 2017

Em Natal, manifestantes protestam contra reforma da Previdência

Central Única dos Trabalhadores (CUT) participa de protesto contra reformas (Foto: Thyago Macedo/G1)
Nesta quarta-feira (15), trabalhadores de várias categorias e militantes de movimentos sociais participaram, em Natal, de um ato unificado contra as reformas da Previdência e da legislação trabalhista, propostas pelo governo federal. Os manifestantes saíram em caminhada da praça Gentil Ferreira, no Alecrim, às 16h20, em direção à praça Presidente Kennedy, na Cidade Alta, onde finalizaram o protesto por volta das 18h30.

Segundo os organizadores, 10 mil pessoas participam do ato. A Polícia Militar informou que não vai divulgar estimativa do número de participantes.
Outros protestos e paralisações também foram marcados para hoje em 23 capitais e no Distrito Federal. Na capital potiguar, os ônibus municipais pararam de circular por uma hora, professores decretaram greve e servidores da Saúde mantém apenas os serviços essenciais de emergência.

Agentes da STTU organizam trânsito no Alecrim (Foto: Thyago Macedo/G1)
O cruzamento entre a avenida Coronel Estevam, antiga avenida Nove, e a avenida Presidente Bandeira foi interditado pela Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) para a passagem dos manifestantes.
Na capital potiguar, a mobilização é encabeçada pelo Sindicato dos Servidores em Saúde do RN (SindSaúde), o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (Sinte), a Associação dos Docentes da UFRN (Adurn), o Diretório Central dos Estudantes (DCE), o Sindicato dos Agentes Penitenciário do Estado do Rio Grande do Norte (Sindasp) e a Frente Brasil Popular.
Reformas do governo federal
A reforma da Previdência prevê, entre outros pontos, a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres se aposentarem e tempo de contribuição de 49 anos para receber o benefício integral. A gestão de Michel Temer também apresentou um projeto para mudar a legislação trabalhista. Uma das sugestões criticadas é que negociações coletivas possam se sobrepor à lei na definição da jornada de trabalho.
CUT cobra posicionamento de deputados do RN (Foto: Thyago Macedo/G1)
Militantes se concentraram na praça Gentil Ferreira, no Alecrim (Foto: Thyago Macedo/G1)
Protesto é contrário às reformas trabalhista e previdenciária do governo federal (Foto: Thyago Macedo/G1)

Sindicatos e movimentos sociais lideram ato (Foto: Thyago Macedo/G1)fonte:g1rn
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