Jacimário Rêgo da Silva é professor do IFRN; o corpo, que pode ser o dele, precisa de indentificação por DNA para ser liberado (Foto: ...
Jacimário Rêgo da Silva é professor do IFRN; o corpo, que pode
ser o dele, precisa de indentificação por DNA para ser liberado (Foto:
Rafael Barbosa/G1 e Divulgação/IFRN)
Os familiares reconhecem o carro destruído pelas chamas e têm certeza
que o corpo que estava dentro do veículo, com perfurações de tiros e
carbonizado, é de um ente próximo. Mas o sofrimento vai além da dor de
ter perdido alguém de forma tão violenta.
Para que possam dar um funeral
e sepultamento dignos, só depois de o cadáver for oficialmente
identificado. O problema, segundo a polícia técnica do Rio Grande do Norte,
é que o estado não possui um laboratório de genética capaz de fazer a
identificação por DNA. O único jeito é levar a amostra para outro
estado, o que não acontece há um ano. E quando não há previsão de quando
isso vai acontecer.
O drama é vivido pela família do professor de eletrônica Jacimário Rêgo
da Silva, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio
Grande do Norte (IFRN), desaparecido desde o último final de semana. A
mulher e filhas asseguram que é dele um dos dois corpos carbonizados encontrados na terça-feira (6) dentro de um veículo incendiado às margens de uma estrada de terra no distrito de Cajupiranga, em Parnamirim, município da Grande Natal.
fonte:g1rn
xuadoagreste@hotmail.com

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