A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam sobre a fundação da cidade A idei...
A
ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as
histórias que ouviam sobre a fundação da cidade
A
ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar
as histórias que ouviam sobre a fundação da cidade - See more at:
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história de uma anta endemoniada que assombrava um vilarejo nos recônditos do
Rio Grande do Norte. Essa é a trama principal do filme “A lenda da anta
esfolada”, lançado pelo cineasta e jornalista Carlos Tourinho na última
sexta-feira (05). O mito retratado na película faz referência à narrativa
popular passada de geração em geração sobre o surgimento da cidade de Nova
Cruz, um dos principais municípios do Agreste potiguar. Mais peculiar ainda é o
fato de que toda a produção, roteiro e direção da obra contaram com
participação ativa da população local.
O
“causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”,
iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um
grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner,
além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma
iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para
que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até
a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram
abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do
“Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas
práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo
padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados,
domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção,
roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores
foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta
a personagem Maria.
“É
uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As
atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por
confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca
Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura
(Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os
módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo
Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas
sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e
Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais
tópicos propostos.
O
alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção
entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se
inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por
exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o
fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A
ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as
histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo
final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da
cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma
história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem
no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a
anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A
Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha
Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem
e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem
como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio
do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
Fonte;Cleo Lima do Novo Jornal
A
história de uma anta endemoniada que assombrava um vilarejo nos
recônditos do Rio Grande do Norte. Essa é a trama principal do filme “A
lenda da anta esfolada”, lançado pelo cineasta e jornalista Carlos
Tourinho na última sexta-feira (05). O mito retratado na película faz
referência à narrativa popular passada de geração em geração sobre o
surgimento da cidade de Nova Cruz, um dos principais municípios do
Agreste potiguar. Mais peculiar ainda é o fato de que toda a produção,
roteiro e direção da obra contaram com participação ativa da população
local.
O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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história de uma anta endemoniada que assombrava um vilarejo nos
recônditos do Rio Grande do Norte. Essa é a trama principal do filme “A
lenda da anta esfolada”, lançado pelo cineasta e jornalista Carlos
Tourinho na última sexta-feira (05). O mito retratado na película faz
referência à narrativa popular passada de geração em geração sobre o
surgimento da cidade de Nova Cruz, um dos principais municípios do
Agreste potiguar. Mais peculiar ainda é o fato de que toda a produção,
roteiro e direção da obra contaram com participação ativa da população
local.
O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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lenda da anta esfolada”, lançado pelo cineasta e jornalista Carlos
Tourinho na última sexta-feira (05). O mito retratado na película faz
referência à narrativa popular passada de geração em geração sobre o
surgimento da cidade de Nova Cruz, um dos principais municípios do
Agreste potiguar. Mais peculiar ainda é o fato de que toda a produção,
roteiro e direção da obra contaram com participação ativa da população
local.
O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam sobre a fundação da cidade
A
história de uma anta endemoniada que assombrava um vilarejo nos
recônditos do Rio Grande do Norte. Essa é a trama principal do filme “A
lenda da anta esfolada”, lançado pelo cineasta e jornalista Carlos
Tourinho na última sexta-feira (05). O mito retratado na película faz
referência à narrativa popular passada de geração em geração sobre o
surgimento da cidade de Nova Cruz, um dos principais municípios do
Agreste potiguar. Mais peculiar ainda é o fato de que toda a produção,
roteiro e direção da obra contaram com participação ativa da população
local.
O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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A
história de uma anta endemoniada que assombrava um vilarejo nos
recônditos do Rio Grande do Norte. Essa é a trama principal do filme “A
lenda da anta esfolada”, lançado pelo cineasta e jornalista Carlos
Tourinho na última sexta-feira (05). O mito retratado na película faz
referência à narrativa popular passada de geração em geração sobre o
surgimento da cidade de Nova Cruz, um dos principais municípios do
Agreste potiguar. Mais peculiar ainda é o fato de que toda a produção,
roteiro e direção da obra contaram com participação ativa da população
local.
O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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O “causo” foi filmado como trabalho para conclusão do curso “Cinema para todos”, iniciativa idealizada por Tourinho no ano de 2006. Por meio do projeto, um grupo de três especialistas em cinema –Geraldo Cavalcanti e Roberto Wagner, além de Tourinho – vem percorrendo o interior do Estado para promover “uma iniciação do povo potiguar à linguagem da sétima arte”.
Para que se chegasse ao produto final, todo o processo, desde o início do curso até a finalização do filme, foi conduzido ao longo de 2014 – as turmas foram abertas em janeiro e a película foi entregue no mês passado. Nessa edição do “Cinema para todos”, 16 novacruzenses cumpriram as três semanas de aulas práticas, na qual é proposta uma absoluta imersão no mundo do cinema.
Pelo padrão do projeto, são seis horas diárias de trabalho, incluindo sábados, domingos e feriados, nas quais são apresentadas noções de filmagem, direção, roteiros e até atuação. No filme sobre a história de Nova Cruz, todos os atores foram alunos do curso, à exceção de Sibene Sil, atriz convidada que interpreta a personagem Maria.
“É uma doação por completo, de cada um, o curso é extremamente intensivo. As atividades dos participantes vão desde operação de câmeras, passando por confecção de figurinos e cenografia até varrer o chão dos estúdios”, destaca Carlos Tourinho, que é presidente do Instituto Técnico de Ensino e Cultura (Itec), entidade responsável pelo projeto.
Os módulos das oficinas são divididos entre os três professores – Geraldo Cavalcanti é o responsável pela parte de roteiros; Roberto Wagner dá aulas sobre operação de câmeras e tudo que envolve produção cinematográfica; e Tourinho ministra classes sobre direção, além de acompanhar de perto os demais tópicos propostos.
O alto grau de exigência imposto pelo cineasta funciona como uma forma de seleção entre os interessados, já que não há qualquer restrição quanto a quem possa se inscrever no programa. A recente empreitada realizada em Nova Cruz, por exemplo, iniciou os trabalhos com 20 alunos, sendo que apenas 16 foram até o fim, o que os credenciou a receber o certificado de conclusão do curso.
A ideia do roteiro partiu dos próprios alunos, interessados em explorar as histórias que ouviam desde a infância sobre a fundação da cidade. O enredo final, contudo, não possui viés histórico, conforme relata o prefeito da cidade, Cid Arruda.“Eles aproveitaram o contexto da lenda e contaram uma história paralela. Evidentemente, todos os personagens do conto original aparecem no filme, como o Frei Serafim de Catania (tido como o religioso que exorcizou a anta que protagoniza a lenda), mas de uma maneira original”, afirma.
A Prefeitura de Nova Cruz participou como parceira do projeto. Conforme detalha Arruda, a contrapartida do Executivo foi dar todo o apoio logístico (hospedagem e alimentação) à equipe do Itec durante o período de realização do curso, bem como durante as filmagens. O projeto “Cinema para todos” é financiado por meio do programa Mais Cultura, do Ministério da Cultura (Minc).
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