Crédito
da Foto: Eduardo Maia
No horário destinado às lideranças - durante a sessão plenária
híbrida desta quinta-feira (7) - os deputados Nelter Queiroz (MDB), Cristiane
Dantas (SDD) e Coronel Azevedo (PSC) focaram os seus pronunciamentos na
temática da saúde.
Primeiro a falar, o deputado estadual Nelter Queiroz chamou a atenção para a
suspensão da realização de cirurgias eletivas no Estado e consequente aumento
da fila de espera de pessoas aguardando a regulação para os procedimentos.
“Recebo a notícia que o [Hospital] Walfredo Gurgel está com os corredores
lotados e vejo isso com tristeza”, disse. O parlamentar também apontou a
suspensão das cirurgias nos hospitais Memorial, Pronto-Clínica Paulo Gurgel e
Hospital do Coração, que aguardam pagamento e/ou regulação contratual. “Faço um
apelo para que a governadora Fátima Bezerra (PT) encontre uma solução para
reduzir as filas de espera e lotação”, disse. Nelter Queiroz sugeriu que a
chefe do Executivo estadual convoque a bancada federal para tentar diálogo com
o Governo Federal.
Continuando dentro da temática, a deputada estadual Cristiane Dantas (SDD)
demonstrou preocupação ao tomar conhecimento de portaria do Ministério da Saúde
(n° 3.641 de 22/12/2020) que define para o exercício de 2021 a estratégia de
acesso a procedimentos cirúrgicos eletivos no SUS. “O RN possui R$ 5,84 milhões
para isso, mas esse dinheiro só é disponibilizado após realização das
cirurgias. E, pasmem, essas cirurgias podem ser realizadas contando com esse
recurso e se o Estado não as fizer, perderá esse dinheiro até o dia 31 de
dezembro de 2021”, disse.
Ao encerrar sua fala, Cristiane Dantas questionou o motivo de o Estado não
realizar esses procedimentos, uma vez que, segundo dados apresentados por ela,
há recurso disponível para tal.
Último a falar no horário destinado às lideranças, o deputado Coronel Azevedo
(PSC) criticou a aprovação de lei na Câmara dos Vereadores de Natal que
condiciona a apresentação de comprovante de vacinação para realização de
matrícula na rede municipal da capital do estado.
“Isso é muito grave uma vez que deixa de lado a autonomia da relação médico e
paciente e a escolha das famílias, se querem ou não vacinar seus filhos. Peço
ao prefeito que faça essa avaliação”, disse.
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